Reflexão Astral Semana De 24 A 30 De Janeiro De 2016.

bicicleta

Vamos falar sobre resoluções para 2016? Sim, mais uma vez. Porque esses planos conseguirão finalmente alguma tração esta semana, graças a ajuda dos céus. Em primeiro lugar no convés é Mercúrio. Na segunda-feira, 25 de janeiro o planeta corrige seu curso depois de um retrógrado de três semanas. Desde 05 de janeiro Mercúrio estava no sentido inverso e, principalmente no terreno do ambicioso, e definidor de metas Capricórnio! Não exatamente uma energia ideal para começar o Ano Novo com uma nota produtiva.

Nas últimas semanas, a estrada para o inferno esteve cheia de boas intenções … para não falar de compromissos reprogramados, as idas á academia ​​esporadicamente, e projetos que rapidamente se transformaram em complexidades caóticas. Mas esta semana, podemos verdadeiramente voltar-nos para uma página limpa com Mercúrio no movimento direto, “Olá, e bem vindos a 2016!” Até 13 de fevereiro Merúrio caminhará por Capricórnio, trazendo um impulso para a vida profissional. Antes de qualquer novo interesse, esteja atento à coisas mais práticas.

No sábado, Mercúrio irá se conectar a Plutão para a terceira de um trio de conjunções. O primeiro foi em 19 de dezembro, enquanto Mercúrio estava direto, a segunda em 22 de janeiro durante o retrógrado. Além de trazer intuições e insights, estes tete- a – tete nos fez enfrentar nossos pensamentos enterrados.
Plutão é o guardião dos nossos segredos mais profundos e sombras mais escuras. Combinado com Mercurio mental, o nosso interior sombrio teve uma volta na roda. E pode mesmo ter deixado escapar alguns sentimentos de “raiva” em voz alta no calor do momento. Deus tenha piedade! Mas, como qualquer terapeuta sabe, reprimir nosso lado sombra é apenas uma receita para o desastre. Dado que esta é o último encontro da trilogia entre Mercúrio-Plutão, podemos fazer algumas escavações apropriadas e dissecação de quaisquer comportamentos desagradáveis. Em vez de reagir a essas emoções, sondando Plutão queremos mergulhar e descobrir o que está realmente os dirigindo. O que não admitimos a nós mesmos que queremos? E quais os desejos que temos medo de pronunciar em voz alta? Em vez de empurrar-los para baixo e odiá-los em outras pessoas, precisamos encontrar formas construtivas para cumprir esses desejos.

 

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